As 16 perguntas
Descubra se está caminhando em direção a algo do qual deveria fugir ou de algo que merece permanecer.
Um dia alguém me disse que as perguntas importam mais do que as respostas.
E Mário Quintana escreveu algo parecido: “A resposta certa não importa nada; o essencial é que as perguntas estejam certas.”
Curiosamente, outro dia eu encontrei, perdido entre as notas do meu celular, uma lista de “16 perguntas para sustentar o amor”.
Não me lembro de onde vieram, mas senti que precisava compartilhá-las com você, para que as faça ao seu amor ou até a si mesma, e descubra se está caminhando em direção a algo do qual deveria fugir ou de algo que merece permanecer. Assim como eu fiz, tempos atrás.
Saiba que nenhuma dessas perguntas é simples, tampouco a resposta.
Mas talvez seja justamente isso que diferencie um relacionamento raso de um relacionamento verdadeiro: a disposição de enfrentar o que incomoda antes que seja tarde.
Pense comigo: Se a pergunta importa mais que a resposta, será que a melhor maneira de conseguir respostas melhores não seria começar fazendo perguntas melhores?
Se este é o caso, então vamos às perguntas:
O que você não ouviu o suficiente na sua última relação e que gostaria de ouvir mais agora?
Qual é o seu maior medo em uma relação e como podemos encarar isso juntos?
Quais erros você geralmente comete em relacionamentos e gostaria de evitar com a gente?
O que dificulta você ser 100% você mesma em uma relação — e o que eu posso fazer para facilitar nesse ponto?
O que eu posso fazer para que você se sinta segura e em paz?
Como eu posso fazer você se sentir confortável no quarto?
Você acha que estamos indo muito devagar, muito rápido ou no ritmo certo?
Como vou saber que você teve um gatilho e qual a melhor forma de reagir?
Você tem algum limite que eu deveria saber agora?
O que você mais espera que aconteça — e como eu posso ajudar a tornar isso real?
O que você considera traição?
E quanto às finanças: como vamos lidar com isso?
E sobre filhos, qual é a sua visão?
Como podemos melhorar nossa comunicação?
O que você faria se estivesse se desapaixonando?
Se tivermos um momento difícil, o que você espera de mim?
Reserve um tempo e uma garrafa de vinho para responder a essas perguntas com atenção e honestidade.
Que elas te ajudem a seguir ou a desviar do caminho, qualquer que ele seja.
Com amor,
Bárbara

